segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

METAS


        Como diz o ditado: “Ano novo, vida nova”. O que podemos entender dessa frase? Podemos pensar em estabelecer metas para nortear e ir ao encontro delas ou podemos pensar em fazer os planos um pouco diferentes do que fizemos no ano que se passou.
       Ao estabelecer novas metas, é preciso ir realizando-as de acordo com seus graus de dificuldade. Tem metas que estabelecemos, mas não cumprimos, porque são coisas que requerem um prazo para que elas aconteçam. Se a meta é fazer faxina na casa, jogar fora o que não usamos ou comprar uma roupa que estávamos querendo, estas com certeza serão mais fáceis do que a meta de, por exemplo, comprar uma casa ou um carro, estas que requerem mais trabalho para economizar e juntar a quantidade de recursos financeiros possíveis para a realização dessa meta ou sonho.
   Montar uma lista de desejos ou metas para o ano é importante, mas importante também é organizá-las por ordem de prioridades ou por ordem de viabilidade. Existem desejos, sonhos ou metas a curto prazo ou a longo prazo, por isso a necessidade de uma lista. Esta o ajudará a pensar na possibilidade de como conquistá-las ou do que é preciso para torná-las realidade.
     Lembre-se que a expressão “longo prazo” não significa que ela não pode ser alcançada ou que esse prazo é muito longo, mas, sim, que é mais trabalhosa porque requer recursos que não temos no momento.
    Para quem já estabeleceu metas e se organizou: parabéns, mãos a obra. Para que ainda não organizou, ainda há tempo e boa sorte.

sábado, 12 de janeiro de 2013

O Escutar


Há algum tempo recebi um email de uma amiga, justamente quando estava pensando no que escrever... Quando li achei muito interessante, pois há alguns dias uma pessoa, com quem conversava, falava sobre o ato de escutar, ela dizia que se escutássemos mais os outros com certeza o mundo seria melhor.
Essa crônica intitulada “Escutatório”, de Ruben Alves, fala sobre o escutar. Segue um parágrafo do que ele dizia e para saber mais acessem http://www.rubemalves.com.br/escutatorio.htm, pois vale a pena.

“Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil.”
E assim segue ele contando uma história sobre duas senhoras que conversavam no ônibus relatando seu acontecimento e a outra depois de ouvir, em vez de dar uma palavra de apoio disse: “Mas isso não é nada...“ A segunda iniciou, então, uma história de sofrimentos incomparavelmente mais terríveis e dignos de uma ópera que os sofrimentos da primeira.

E continua: “Parafraseio o Alberto Caeiro: ‘Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma’. Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.”
Bom, essa foi só uma degustação. Para quem quiser saber o restante da crônica acessem o site acima.