Meus amigos.
2013 está prestes a nascer. Espero de todo coração que seja um ano repleto de realizações, de paciência, de amor, de carinho e de novos desejos.
Quando temos desejos já é meio caminho andado para realizações, pois tudo que queremos podemos alcançar desde que tenhamos amor no coração.
Segue um poema de Pablo Neruda para refletir:
Sê
Se não puderes ser um pinheiro, no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê
O melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
Sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o Sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.
Muito obrigada por tudo!Maria Santina
Site oficial www.marisan.psc.br Psicóloga com Pós Graduação pelo Hospital Albert Einstein. Atende todas as idades; casais; Orientação Psicológica Online; Orientação a conflitos familiares; especializada em terapia para terceira idade.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL!
Meus amigos!
Feliz Natal!
Que o bom velhinho traga a todos: Paz, Saúde e Muitas alegrias neste dia tão lindo.
Obrigada pela confiança em meu trabalho. Sinto isso pelos inúmeros emails que recebo todo dia, ou para perguntar algo, para sugestão ou para agendar uma consulta.
A todos muitas alegrias!!!!!!!!!!!!
Psicóloga Maria Santina
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
FINAL DE ANO
Outro dia, conversando
com uma amiga, ela disse: “Não gosto quando vai chegando o final de ano, pois
sempre temos brigas lá em casa”. Curiosa, perguntei como começavam essas
brigas. Ela comentou que tinha três irmãos e todos queriam dar um palpite sobre
a ceia, nessa discussão acabavam brigando e cada um ceiava em sua própria casa.
Como pode ser isso? Um momento que deveria ser de confraternização, se torna
uma “guerra”. Creio que isso acontece porque todos nós queremos as coisas do
nosso jeito e, pior, achamos que nosso jeito é o certo.
O ambiente familiar é como uma empresa temos o
chefe e os funcionários, o chefe mostra o caminho e o funcionário, diferente de
antigamente que só obedecia, ajuda a observar e perceber qual a melhor forma de
desenvolver o trabalho, colaborando com a ascensão da empresa. Fazendo uma
analogia empresa-família, podemos pensar nela como uma organização em que as
famílias precisam de um elemento que esteja mais disposto para ajudar na
preparação daquilo que foi idealizado pelo grupo.
Já pensou uma
empresa em que cada funcionário faz tudo do jeito que quer? Com certeza, se essa empresa não for à falência,
ela terá grandes dificuldades de se manter no mercado de trabalho.
Vamos pensar
nas festas de final de ano como um objetivo único: trazer união, bem estar,
amizade, sorrisos, cumplicidade e, acima de tudo, valorizar as relações
humanas. Quando valorizamos as relações que temos com parentes, amigos, filhos,
esposa(o)... o mundo é visto de forma diferente, pois quando estamos bem dentro
de nosso lar, com certeza olhamos o ambiente externo com brilho e amor.
sábado, 8 de dezembro de 2012
ESTRESSE
Como não estressar-se com a correria do dia a
dia? Trânsito, trabalho, violência, instabilidade no emprego, vizinho fazendo barulho,
dívidas, conflitos nos relacionamentos amorosos, entre outros.
O estresse não é ruim, é um importante aliado
nas situações de perigo, nas atividades esportivas, etc., pois ele aumenta a
capacidade física, raciocínio, memória e concentração através das alterações
que acontecem em nosso organismo. Entretanto, se esse estresse está em exagero
ou persistente, pode vir a causar consequências danosas a nossa saúde, efeitos
esses que vão desde problemas psicológicos (raiva, ansiedade, por exemplo),
como efeitos físicos (riscos de derrame; distúrbios gastrointestinais,
diabetes, dor de cabeça, insônia, diminuição de concentração, entre outros).
Então, como lidar com o estresse? O mais
importante é se organizar nas tarefas diárias, encarando os eventos cotidianos
de uma maneira mais tranquila, tentando identificar o que está causando-o e
tentar se reorganizar. O estresse, quando controlado, melhora o interesse,
motivando o indivíduo nas atividades diárias.
Manter uma dieta saudável e fazer exercícios
físicos, como yoga, natação, tai chi, proporcionam prazer e ajudam a distrair
os eventos estressantes.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
BULLYING O QUE SIGNIFICA?
Um notícia que sempre está na mídia á a questão do Bullying. Essa é uma palavra que vem do inglês e é
utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica praticado por
um individuo ou grupo com objetivo de intimidar ou agredir outro individuo, que
é incapaz de se defender.
É preciso que os pais fiquem
atentos, pois este ato acontece em qualquer classe social e independe da
religião, sexo ou cor da criança. A criança vitima de bullying perde a
auto-estima, fica deprimida e pode até chegar ao suicídio, como foi visto em
alguns casos apresentados pela mídia.
O que sempre tenho dito aos pais é
que se interessem pelos assuntos trazidos pelas crianças sobre a escola e que
perguntem, caso a criança não fale, sobre seu dia lá, sobre suas
brincadeiras com os colegas, para que ele
se sinta a vontade de contar aos pais se algo o incomodar.
Para identificar se algo esta
acontecendo é importante perceber como a criança chega da escola, se chega contente,
se chega desinteressado, pois se demonstrar falta de interesse de retornar para escola é importante procurar entender o motivo
disso, uma opção é ir até a escola e conversar com os responsáveis por ela.
Uma vez identificado que seu filho
está sendo alvo de Bullying, é necessário que se converse com ele e caso
necessite, peça auxílio a um profissional.
FINAL DE ANO
Outro dia, conversando
com uma amiga, ela disse: “Não gosto quando vai chegando o final de ano, pois
sempre temos brigas lá em casa”. Curiosa, perguntei como começavam essas
brigas. Ela comentou que tinha três irmãos e todos queriam dar um palpite sobre
a ceia, nessa discussão acabavam brigando e cada um ceiava em sua própria casa.
Como pode ser isso? Um momento que deveria ser de confraternização, se torna
uma “guerra”. Creio que isso acontece porque todos nós queremos as coisas do
nosso jeito e, pior, achamos que nosso jeito é o certo.
O ambiente familiar é como uma empresa temos o
chefe e os funcionários, o chefe mostra o caminho e o funcionário, diferente de
antigamente que só obedecia, ajuda a observar e perceber qual a melhor forma de
desenvolver o trabalho, colaborando com a ascensão da empresa. Fazendo uma
analogia empresa-família, podemos pensar nela como uma organização em que as
famílias precisam de um elemento que esteja mais disposto para ajudar na
preparação daquilo que foi idealizado pelo grupo.
Já pensou uma
empresa em que cada funcionário faz tudo do jeito que quer? Com certeza, se essa empresa não for à falência,
ela terá grandes dificuldades de se manter no mercado de trabalho.
Vamos pensar
nas festas de final de ano como um objetivo único: trazer união, bem estar,
amizade, sorrisos, cumplicidade e, acima de tudo, valorizar as relações
humanas. Quando valorizamos as relações que temos com parentes, amigos, filhos,
esposa(o)... o mundo é visto de forma diferente, pois quando estamos bem dentro
de nosso lar, com certeza olhamos o ambiente externo com brilho e amor.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
PARA REFLETIR!
Toda criança ou adolescente tem
direito a uma explicação quando recebem um “não” dos pais.
Muitas vezes esse “não” é dito sem
refletir, gerando um conflito desnecessário com os filhos.
Quando damos aos filhos explicação
do porque desse “não”, acontece a chance de reflexão e, nesse momento, há uma
grande chance do “não” virar um “sim”.
O que tenho visto e acho bastante
bacana, hoje em dia, é que os adolescentes não ligam de serem levados e trazidos
de onde eles gostariam de ir. Isso com certeza é mais seguro, pois sabemos onde
eles estão e com quem estão.
Dica para os filhos: Quando receber
um “não” fique calmo e diga que compreende a decisão deles, mas gostaria de
compreender melhor o porquê desse “não” e qual é o medo deles com relação a seu pedido.
Para os
pais: Hoje se tem muito mais acesso as informações do que acontece fora do
âmbito familiar, e sabemos que está muito diferente de alguns anos atrás, mas
com dialogo franco com os filhos, mostrando nosso ponto de vista, explicando
nossos temores, podemos evitar certos tipos de conflitos.
Uma vez que eles adoram mandar mensagens pelo celular, então peça
que mandem uma, durante seu passeio, assim fica-se tranqüilo, enquanto não
retornam ao lar.
Baseado no livro: O que toda
criança deve saber de Kalb e Viscott
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
DISTÚRBIO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO (DDA)
Frequentemente uma mãe me pergunta: “Meu filho é hiperativo, muito distraído e está tendo dificuldades no estudo, será que ele é um DDA?”.
Crianças em geral são distraídas, andam de lá para cá e não tem paciência para ficar concentrado em atividades que não gostam muito.
Os três principais sintomas que estão presentes em crianças DDA são: distração, impulsividade e hiperatividade que também são características encontradas em toda criança.
O importante é saber o que diferencia uma criança DDA de outra que não seja. Para isso temos que observar a intensidade, a freqüência e a constância dessas três características.
O instrumento de um médico, psicólogo, ou de outro profissional habilitado que queira avaliar se uma criança é ou não DDA é a observação.
O observador capacitado poderá distinguir pequenos nuances desses comportamentos manifestados pelo paciente.
Outra forma de avaliação é a comparação, por exemplo: comparar essas três características com outra criança da mesma idade, e verificar se são mais intensas.
Geralmente as pessoas acham difícil lidar com uma criança DDA, mas ela pode se tornar muito agradável se forem compreendidas e bem administradas por elas próprias e pelas pessoas que convivem com elas.
Por isso é importante que os pais de uma criança com DDA, procure conhecer mais sobre esse transtorno, ficando assim mais capacitados para compreender e evitar episódios de raiva por conta do comportamento do filho.
Para tanto, indico o livro Mentes Inquietas de Ana Beatriz B.Silva, da Editora Gente. A autora dá um esclarecimento sobre DDAs de uma forma séria e detalhada. Uma leitura que, a meu ver, vale a pena.
Gostaria de lembrar que questões emocionais ou de relacionamentos podem influenciar na dinâmica da criança, uma vez observado comportamentos inadequados ou exagerados procure ajuda de um profissional capacitado para que se possa fazer uma avaliação.
Fonte: Mentes Inquietas
sábado, 24 de novembro de 2012
DIFERENÇA ENTRE PSIQUIATRA, PSICÓLOGO E PSICANÁLISE
Vamos pensar no seguinte caso clinico fictício: O paciente se queixa de uma dor de estomago. Os médicos especialistas procurados, depois de vários exames demonstrados normais, sugere a terapia com a possibilidade de ser emocional.
O paciente fica na dúvida se procura um psiquiatra, um psicólogo ou um psicanalista.
A diferença principal de um
profissional para outro é que o psiquiatra tem formação em medicina com
especialização em psiquiatria, e tem autoridade para prescrever medicações.
O psicólogo tem formação em psicologia
que é uma ciência do comportamento e trabalha com questões emocionais.
O psicanalista possui formação em psicanálise
que um método criado pelo médico Sigmund Freud, que consiste em uma analise
baseada no conhecimento da pessoa.
Se primeiro, a pessoa procura o psiquiatra
e este percebe que o seu paciente, precisa de acompanhamento psicoterápico ele
encaminha para o psicólogo ou psicanalista.
E o psicólogo ou psicanalista se percebe
que o seu paciente necessita de medicação, ele o orienta que o mesmo procure um
psiquiatra.
Ou seja, não importa qual dos profissionais
você consulte primeiro, o importante é que você percebeu que algo não está
funcionando bem e precisa de ajuda.
O QUE É VIVER PLENAMENTE?
Nesta vida agitada, como correr para o trabalho, pegar filhos na escola, ir à reunião de pais, supermercado, bancos, etc. parece tão difícil pararmos para refletir sobre nossa vida. Refletir sobre nosso bem estar e como agimos com as outras pessoas, seja no trânsito, no trabalho ou mesmo em nossas casas.
Muitas vezes só paramos na hora de deitar e isso nos impede de viver a vida plenamente. Quando digo plenamente penso na nossa capacidade de amar e doar-se.
Viver plenamente, também no sentido de paz interior, sem mágoa no coração, progresso pessoal, sensibilidade para agradecer certos detalhes que alguém faz, mas que não percebemos pela correria do dia a dia.
Viver plenamente é também acreditar que podemos fazer a diferença em cada ato, por mais simples que seja.
A Bíblia nos ensina amar uns aos outros, mas se não amarmos a nós mesmos a tarefa ficará muito árdua.
sábado, 17 de novembro de 2012
TRANSTORNOS ALIMENTARES: ANOREXIA E BULIMIA
Os principais tipos de Transtornos Alimentares são a Anorexia Nervosa e a Bulimia Nervosa e tem como característica alterações graves na conduta alimentar.
Na anorexia a pessoa se recusa a se alimentar devido o medo de engordar, mesmo quando já está visivelmente magra.
Geralmente a pessoa é encaminhada a um profissional por membros da família, após perceberem acentuada perda de peso ou fracasso em fazer os ganhos de peso esperados. Quando o indivíduo busca auxílio por conta própria, é porque está sofrendo por causa das seqüelas somáticas e psicológicas por falta de alimentação.
A anorexia pode levar à morte em conseqüência das alterações orgânicas e metabólicas secundárias como a desnutrição e desequilíbrio eletrolítico (perda de muito líquido na forma de urina).
Na Bulimia a pessoa ingere em um período limitado de tempo uma quantidade de alimento definitivamente maior do que a maioria dos indivíduos e depois coloca tudo para “fora”. Os indivíduos com Bulimia se envergonham de seus problemas alimentares e procuram ocultar seus sintomas.
Diversos são os fatores que favorecem o aparecimento, por exemplo, predisposição genética, pressão da família, do grupo social e valorização atual de que ter corpo magro é sinônimo de beleza, sucesso e saúde.
O importante é que a família fique atenta a alguns sinais como: idas ao banheiro logo após as refeições, compra de laxantes, obsessão com o peso, recusa em usar determinados tipos de roupas, etc. O tratamento deve ser acompanhado por uma equipe multidisciplinar composta de médicos, psicólogos e nutricionistas.
terça-feira, 13 de novembro de 2012
APOSENTADORIA
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
LEI MARIA DA PENHA
Quem assiste TV deve ter visto que, diariamente, os noticiários estão repletos de noticias sobre tragédias familiares. É muito triste ver esse tipo de noticia, pois ficamos de mãos atadas, principalmente quando se trata de violência doméstica, brigas entre marido e mulher. Não sei se é de conhecimento de todos, mas existe uma lei chamada Lei Maria da Penha.
Conhecida como Lei Maria da Penha, a lei número 11.340, foi decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de 2006.
A lei tem esse nome, pois é em homenagem a farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes que foi agredida pelo marido durante seis anos, deixando-a paraplégica. Com muita dedicação e vontade de justiça ela mostrou para a sociedade como era importante proteger a mulher dentro do lar, onde menos esperamos ser vitimas de violência.
Quem não conhece, procure se informar, pois é de grande importância que todos a conheçam. Segue, abaixo, um trecho do cabeçalho.
“Cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do § 8o do art. 226 da Constituição Federal, da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher; dispõe sobre a criação dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher; altera o Código de Processo Penal, o Código Penal e a Lei de Execução Penal; e dá outras providências”.
Quem quiser saber mais sobre a lei acesse o site http://www.sepm.gov.br/legislacao, imprima e repasse. Vamos divulgar!
O QUE É UM CONFLITO?
O conflito é um fenômeno que acontece nas relações humanas. Acontece porque as pessoas são diferentes e possuem pontos de vistas distintos. Eles ocorrem por conta de alguma divergência, seja de interesses pessoais, de comportamento ou de necessidade.
Existem vários tipos de conflitos. Podemos citar os conflitos por ciúmes, inveja, partilha de bens, necessidades insatisfeitas e por aí vai.
Todos nós somos capazes de resolver um conflito, uns mais capazes do que os outros, mas, de um modo geral, aprendemos no decorrer da vida a solucionar os conflitos conforme eles aparecem.
É muito ruim estar em conflito, pois a tendência é batermos o pé dizendo que estamos certos sem ao menos refletir sobre a posição do outro.
Quando conseguimos olhar o conflito por outros ângulos conseguimos sair da rigidez na qual estamos e, desta forma, solucionar ou amenizar aquela situação conflitante.
Uma das maneiras de se resolver o conflito é com o diálogo. A base da resolução de conflitos está no ouvir o que o outro está dizendo e refletir sobre isso, pois mudando a maneira de pensar, mudamos a maneira de sentir e agir. Caso o diálogo não seja suficiente para resolução do conflito é interessante que se procure ajuda de um profissional em Mediação de Conflitos.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
ATAQUE DE PÂNICO
Por ser repentino, o Ataque de Pânico, assusta. E por que não dizer apavora? Sua característica essencial é o conjunto de sintomas que a pessoa sente.
O ataque começa de repente e aumenta rapidamente, atingindo um pico (em geral em 10 minutos) acompanhado por um sentimento de perigo ou catástrofe iminente e um anseio por escapar.
Quando a pessoa procura um clinico, geralmente relata a este, um medo intenso, medo de morrer, perder o controle, ter um ataque cardíaco ou acidente vascular encefálico ou "enlouquecer". Comentam também, um desejo urgente de fugir de onde quer que o ataque esteja ocorrendo.
Os Ataques de Pânico podem ocorrer em uma variedade de Transtornos de Ansiedade, por isso é importante procurar um profissional e não ter vergonha de contar o que está sentindo. Geralmente, pessoas que sentem esses sintomas acreditam que, se contar, ninguém vai acreditar nelas, ficando sofrendo sem auxilio.
O QUE É O MEDO?
Medo é uma sensação que nos faz ficar em estado de alerta, geralmente se dá quando nos sentimos ameaçados. Ele provoca reações físicas, pois há uma descarga de adrenalina no corpo alterando, assim, os batimentos cardíacos. Com essas reações, o corpo se prepara para lutar ou fugir.
Todo mundo tem medo de algo: de escuro, de dirigir, de assalto, de fracassar, medo de sofrer, solidão etc.
O fato de se ter medo, muitas vezes, nos leva a recuar diante de oportunidades, como se envolver em um relacionamento. Por medo de sofrer, muitas pessoas deixam de se relacionar, pelo simples fato de imaginar que pode não dar certo e vir a sofrer depois.
Medo em excesso pode se transformar em fobia e, assim, atrapalhar as relações sociais e até causar sofrimento psíquico.
Em determinadas situações é importante ser prudente e ter “o pé atrás”, como dizem alguns, mas tentar é melhor do que ficar passando a vida imaginando como seria se tivéssemos feito diferente.
domingo, 4 de novembro de 2012
PORQUE FAZER TERAPIA?
Muitas pessoas possuem dúvidas sobre quando devem procurar um psicólogo. Sabemos que ainda hoje, há um preconceito de que quem vai ao psicólogo é louco. Isto faz com que muitas pessoas deixem de ir ou quem vai, não conta a ninguém, este preconceito as impede de se beneficiar de um trabalho terapêutico.
Quem faz psicoterapia, quer se conhecer para lidar melhor com questões do seu dia-a-dia, como por exemplo: Relacionamentos familiares, amorosos, conflitos no trabalho, entre outros. Ter boa saúde psíquica é também ter saúde física, pois somos corpo e mente trabalhando juntos.
Não hesite em procurar um psicólogo se estiver sentindo dificuldades de lidar com essas questões, ou sentindo angústia, falta de interesse, medo e ansiedade excessiva.
Fazer psicoterapia é investir no autoconhecimento e auto-realização.
sábado, 3 de novembro de 2012
BRIGAS DE CASAL
Domingo, final de tarde, tudo estava correndo muito bem, até que meu marido pediu para que meu filho o deixasse usar o computador, pois precisava imprimir alguns currículos. Foi neste momento que paz deixou de reinar. Meu filho respondeu “Pai agora não dá, estou baixando uns joguinhos”. Meu marido respondeu gritando “Tem que ser agora!”. Pronto! Foi o motivo de uma discussão que durou horas.
O relato acima é fictício, qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência, pois brigas em família são normais, o que não pode acontecer são brigas onde as pessoas desrespeitam as outras agredindo com palavrões ou com agressões físicas. Essas desavenças acontecem porque cada membro tem seu orgulho próprio e sua teimosia evitando assim que cheguem a uma decisão rápida e lógica, ninguém quer ceder, pois todos querem sempre ter razão e ganhar a “batalha”.
Sabemos que, às vezes, falamos algo e, vendo a encrenca que deu, dizemos a nós mesmos “Deveria ter ficado quieta”, mas será que essa é a melhor solução, ou seja, ser submisso a tudo o que os outros dizem, ou será que vamos ter que nos “policiar” para evitar dizer palavras que podem gerar um desentendimento?
Se a briga é do casal, os filhos devem não se intrometer, como diz o ditado: “briga de marido e mulher ninguém mete a colher”, deixem que eles resolvam sozinhos, exceto em casos de agressão física. Quando a briga é entre irmãos o importante é entender que essas brigas são naturais, porque eles brigam por espaço, por opinião, enfim, por qualquer motivo, o importante é os pais evitarem tomar partido, ficar de fora, e manter um diálogo, mostrando que deve haver respeito entre eles e que são pessoas com personalidades e gostos diferentes, por isso a divergência de opiniões.
Deste modo, o importante não é tentar encontrar justificativas, e sim soluções. Quem se fixa no problema, além de não resolver, pode causar outro, pois ninguém gosta de olhar as pessoas ruminando a mesma história.
QUEM SOU?
Sou formada em Psicologia Clínica. Fiz
especialização em Gerontologia, que é o estudo do envelhecimento, pois tenho muito interesse em tudo que se
relaciona com questões sobre o envelhecer.
Envelhecer que para alguns é sinônimo de deixar de ser produtivo, pode ser para outro o momento da aposentaria e do curtir a vida sem correria. Fiz também um curso de Mediação Familiar, pois, muitas vezes, um casal pode chegar a separação e consequentemente deixar de ser feliz, por conta de um simples desentendimento, seja por “picuinhas”, educação dos filhos ou simples falta de diálogo, e entendo que com uma orientação profissional a chance restabelecer o equilíbrio desta relação é muito grande, evitando assim a separação.
Atendo em consultório particular e tenho um Site que eu mesma idealizei e mantenho sempre atualizado, pois eu mesma faço as atualizações.Fico honrada com sua visita e se quiser acesse o site: http://www.marisan.psc.br/
Envelhecer que para alguns é sinônimo de deixar de ser produtivo, pode ser para outro o momento da aposentaria e do curtir a vida sem correria. Fiz também um curso de Mediação Familiar, pois, muitas vezes, um casal pode chegar a separação e consequentemente deixar de ser feliz, por conta de um simples desentendimento, seja por “picuinhas”, educação dos filhos ou simples falta de diálogo, e entendo que com uma orientação profissional a chance restabelecer o equilíbrio desta relação é muito grande, evitando assim a separação.
Atendo em consultório particular e tenho um Site que eu mesma idealizei e mantenho sempre atualizado, pois eu mesma faço as atualizações.Fico honrada com sua visita e se quiser acesse o site: http://www.marisan.psc.br/
Obrigada e até breve!
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