Outro dia, conversando
com uma amiga, ela disse: “Não gosto quando vai chegando o final de ano, pois
sempre temos brigas lá em casa”. Curiosa, perguntei como começavam essas
brigas. Ela comentou que tinha três irmãos e todos queriam dar um palpite sobre
a ceia, nessa discussão acabavam brigando e cada um ceiava em sua própria casa.
Como pode ser isso? Um momento que deveria ser de confraternização, se torna
uma “guerra”. Creio que isso acontece porque todos nós queremos as coisas do
nosso jeito e, pior, achamos que nosso jeito é o certo.
O ambiente familiar é como uma empresa temos o
chefe e os funcionários, o chefe mostra o caminho e o funcionário, diferente de
antigamente que só obedecia, ajuda a observar e perceber qual a melhor forma de
desenvolver o trabalho, colaborando com a ascensão da empresa. Fazendo uma
analogia empresa-família, podemos pensar nela como uma organização em que as
famílias precisam de um elemento que esteja mais disposto para ajudar na
preparação daquilo que foi idealizado pelo grupo.
Já pensou uma
empresa em que cada funcionário faz tudo do jeito que quer? Com certeza, se essa empresa não for à falência,
ela terá grandes dificuldades de se manter no mercado de trabalho.
Vamos pensar
nas festas de final de ano como um objetivo único: trazer união, bem estar,
amizade, sorrisos, cumplicidade e, acima de tudo, valorizar as relações
humanas. Quando valorizamos as relações que temos com parentes, amigos, filhos,
esposa(o)... o mundo é visto de forma diferente, pois quando estamos bem dentro
de nosso lar, com certeza olhamos o ambiente externo com brilho e amor.
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