segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DISTÚRBIO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO (DDA)


Frequentemente uma mãe me pergunta: “Meu filho é hiperativo, muito distraído e está tendo dificuldades no estudo, será que ele é um DDA?”.
Crianças em geral são distraídas, andam de lá para cá e não tem paciência para ficar concentrado em atividades que não gostam muito.
Os três principais sintomas que estão presentes em crianças DDA são: distração, impulsividade e hiperatividade que também são características encontradas em toda criança.
O importante é saber o que diferencia uma criança DDA de outra que não seja. Para isso temos que observar a intensidade, a freqüência e a constância dessas três características.
O instrumento de um médico, psicólogo, ou de outro profissional habilitado que queira avaliar se uma criança é ou não DDA é a observação.
O observador capacitado poderá distinguir pequenos nuances desses comportamentos manifestados pelo paciente.
Outra forma de avaliação é a comparação, por exemplo: comparar essas três características com outra criança da mesma idade, e verificar se são mais intensas.
Geralmente as pessoas acham difícil lidar com uma criança DDA, mas ela pode se tornar muito agradável se forem compreendidas e bem administradas por elas próprias e pelas pessoas que convivem com elas.
Por isso é importante que os pais de uma criança com DDA, procure conhecer mais sobre esse transtorno, ficando assim mais capacitados para compreender e evitar episódios de raiva por conta do comportamento do filho.
Para tanto, indico o livro Mentes Inquietas de Ana Beatriz B.Silva, da Editora Gente. A autora dá um esclarecimento sobre DDAs de uma forma séria e detalhada. Uma leitura que, a meu ver, vale a pena.
Gostaria de lembrar que questões emocionais ou de relacionamentos podem influenciar na dinâmica da criança, uma vez observado comportamentos inadequados ou exagerados procure ajuda de um profissional capacitado para que se possa fazer uma avaliação.
Fonte: Mentes Inquietas

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